Aquele Banco
Posted on 09. Sep, 2009 by Vigilante in Prosa
Acordo, olho e vejo a vida passar-me de forma mágica, como uma tela pintada com as tintas do amor, tingida com corações de ouro e acabada com a inocência da paixão. Vejo crianças inocentes de mãos dadas e aos beijos, num banco de jardim que outrora já tivera sido pisado pelas mais belas histórias de amor. A sequência, sentenciou mais uma delas, para juntar à grande hierarquia que o mundo cria para as pessoas que amam.
Naquele banco, muitas histórias foram contadas, muitas lágrimas derramadas, muitos beijos, bofetadas, algumas histórias inacabadas e um fim. Tudo nasce do amor e no amor acaba, a história, a vida, tudo faz parte do mesmo caminho restrito à mesma estrada. Aquele banco hoje em dia está velho e a madeira apodreceu, pode mesmo ter morrido e morreu, mas não destrói Julieta e Romeu, o jovem que por amor deu, mais do que o banco ter partido.
Por partir e vida parte dá motivo, mas por partir não partiu o suficiente para ser esquecido. Todas as histórias, os beijos as conquistas de glórias, não passarão, porque agora são memórias, das pessoas que passaram, beijaram, ficaram, juntas para contar as histórias!


Eremeeff
12. Sep, 2009
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Eremeeff
Vigilante
13. Sep, 2009
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Como escrever poesia | sentimentocalmo.tugaservices.com
15. Sep, 2009
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24. Sep, 2009
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Davide
03. Oct, 2009
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04. Oct, 2009
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lilikindsli
04. Oct, 2009
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