7 fases de um desgosto de amor

O amor é benéfico, sim. Enquanto dura, e nos faz sorrir. Enquanto nos faz sentir felizes, livres, e acarinhados. Mas, é claro, por vezes o desgosto de amor pode ser tão cruel ao ponto de anular toda essa felicidade e acabar com a nossa “vida”. Existem várias fases. Tal como as etapas de uma doença, todas as fases têm sintomas, e todos os sintomas se vão tornando gradualmente e consequentemente piores. Nem sempre é fácil perceber porque se dá o fim do namoro e é muito fácil cair numa depressão. O mais importante passa por conseguir ultrapassar a negação e superar a tristeza.

desgosto de amor

7 fases de um desgosto de amor

Fase 1- Vazio – A pessoa não sente. Não sente absolutamente nada pois tenta acreditar que tudo é uma mentira. Tenta esquecer o dia em que sofreu o desgosto de amor, com a companhia dos amigos, mas sem contar o que aconteceu.

Fase 2- Esperança – Para os mais teimosos e persistentes, tal como continuam a acreditar que “ainda é possível”, continuam também a lutar. Metem na cabeça que talvez, as provas não foram suficientemente fortes ou numerosas, e atiram-se de novo, sem sequer ver se existe chão.

Fase 3- Colapso – A pessoa que se ama, já não está lá. Aquela pessoa já não existe como dantes, não voltará a ser a ajuda que sempre acreditámos ter sempre que precisamos. “Tormento é viver sem esperança”. As lágrimas não são escassas, a dor no peito é tão grande como se o coração tivesse entrado em colapso. Uma dor cruel, respiração desesperada, e o isolamento do mundo, pois este não compreende a catástrofe que existe dentro da pessoa.

Fase 4- Esperança ( 2 ) – Existe a tentativa de voltar a reaver aquela amizade forte, que antes se dizia indestrutível. Criar laços, fraternos, talvez, tentar atenuar a dor, continuando perto.

Fase 5- Recaída – A pouca distância faz sentir amor de novo. Com uma diferença, é um amor que sabem que no fundo magoa ambas as partes, e faz afastar quem mais se gosta. Encontramos-nos sozinhos, e fazemos um esforço para dar espaço. Tirar férias do amor, e libertar quem nele estava contido.

Fase 6- Refúgio – Começa a nascer um sentimento monótono e pessimista. Nem todos compreendem os nossos desabafos por isso encontramos refúgios como o papel para escrever (ele que nos ouve e não reclama), a comida, o chocolate, o álcool, droga, medicamentos… algo que nem sempre nos faz bem, mas nos faz sentir melhor. Ou podemos ver isso como um castigo, por que em último caso, nós somos o/a maior culpado/a.

Fase 7- Terminal – Quando a música nos revolta, a voz dos amigos não vale nada, os ciúmes se apoderam de nós ao ver a pessoa que amamos com outro/outra, ou mesmo ao sentir que tudo nos ignora, existe aquela vontade de desaparecer. E , talvez com um sentimento egoísta, queremos morrer. E cometemos uma loucura. Porque isto não acontece só nas histórias de amor como Romeu e Julieta, quando se ama de verdade, e depois de cair, não encontrar ajuda, só nos resta desaparecer.

E quando pensávamos no início que o nosso filme se iria chamar “Os 7 sinais do amor”, o mundo perde a cor e a luz, e toma o nome de “Os 7 sinais da morte”. E quando o amor nos quer dar outra oportunidade, por vezes é tarde demais. Mas a vida não é apenas amor, por isso o importante é focar-nos naquilo que nos faz sentir bem e esquecer ou apaziguar tamanha dor.

Artigo escrito por Clara Godinho, colaboradora do Sentimento Calmo.

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12 Comentários em "7 fases de um desgosto de amor"

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JOANA
Visitante

E VERDADE….TAMANHA DOR IMPOSSIVEL DE SUPORTAR, JAMAIS PENSEI QUE PUDESSE EXISTIR…………………

António Correia
Visitante

Tens toda a razão no que escreveste

wanderley
Visitante

Eu afogo minhas magoas trabalhando até as quinhentas..

Carlinha
Visitante

Pura verdade: ALGUNS se refugiam na bebida, outros caem na farra, outros entram em depressão, outros se internam nas drogas (tive um ex assim…), eu, por exemplo, corro gastar…shopping, shopping…kkkkk

” encontramos refúgios como o papel para escrever (ele que nos ouve e não reclama), a comida, o chocolate, o álcool, droga, medicamentos… algo que nem sempre nos faz bem, mas nos faz sentir melhor. Ou podemos ver isso como um castigo, por que em último caso, nós somos o/a maior culpado/a.”

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